Todos foram levados para o IML de Paraíso do Tocantins e os nomes não foram divulgados. Família de um deles se manifestou para retirada do corpo.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/A/t/ZZR2X1TM6pyMA5cdFGBg/whatsapp-image-2023-04-19-at-12.59.22.jpeg)
Quatro corpos estão no IML de Paraíso do Tocantins — Foto: Divulgação/Polícia Militar
Os corpos de quatro suspeitos de integrar bando que atacou a cidade de Confresa (MT) e fugiu para o Tocantins estão no Instituto Médico Legal de Paraíso do Tocantins (IML) e já passaram por exames. Dois já foram identificados e a família de um deles reclamou pelo corpo.
Apesar da identificação pelos peritos, os nomes dos suspeitos não foram divulgados. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), os familiares do suspeito identificado já estão providenciando a documentação para retirada do corpo do IML.
As trocas de tiros que causaram as mortes aconteceram entre a noite de segunda-feira (1°) e início da madrugada desta terça-feira (2), na região de Marianópolis, no oeste do Tocantins. Desde o início da operação Canguçu, no dia 10 de abril, 15 suspeitos foram mortos e dois presos.
Desde o fim de semana os confrontos se intensificaram com a proximidade dos suspeitos à zona urbana de Marianópolis.
A PM reforçou a orientação para que a população da região evite os deslocamentos, sobretudo na rodovia TO-080 e em suas proximidades, devido à presença na região dos criminosos que permanecem fortemente armados.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/X/P/Vm3Va0T0SBrFujZCYlDw/whatsapp-image-2023-04-12-at-09.02.30.jpeg)
Força-tarefa durante buscas por assaltantes no Tocantins — Foto: PM/Divulgação
Três semanas de caçada
As buscas no território tocantinense começaram no dia 10 de abril, depois que os criminosos fugiram do Mato Grosso e entraram no estado usando embarcações e navegando pelos rios Araguaia e Javaés.
A força-tarefa para caçar os criminosos conta com cerca de 350 policiais de cinco estados, três helicópteros, embarcações, drones e cães farejadores. As buscas não tem prazo para acabar.
Durante a fuga os criminosos também aterrorizaram fazendas no Tocantins e fizeram reféns. O medo passou a fazer parte do cotidiano dos moradores da zona rural, onde os serviços públicos e a locomoção têm sido prejudicados.
Durante a operação foi apreendido um verdadeiro arsenal com capacetes e coletes, armamento pesado e munições de uso restrito das Forças Armadas, por serem utilizados em guerra. Todo o material deverá ser entregue às polícias de Mato Grosso, onde o grupo começou a ação criminosa.
Uma arma apreendida com criminoso morto durante a operação Canguçu, nesta segunda-feira (1°), pertence à Polícia Militar de São Paulo. A arma, inclusive, tem o brasão da polícia paulista.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/9/F/4eG9XRRiANfhge3Ubcgg/fuzil.png)
Operação Canguçu: Fuzil furtado da PM de São Paulo foi usada no ataque a Confresa (MT) — Foto: Divulgação